
Investigação aponta que paciente ficou cerca de 17 minutos sem atendimento adequado após procedimento
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou um técnico de enfermagem por lesão corporal culposa no caso da farmacêutica e estudante de Medicina Larissa Moraes de Carvalho, de 31 anos, que sofreu uma parada cardiorrespiratória depois de uma cirurgia ortognática, em março de 2023. Após o procedimento, a paciente ficou em estado vegetativo.
Segundo a investigação, Larissa foi submetida à cirurgia para corrigir um problema de mordida. Após o procedimento, ela sofreu a parada cardíaca em um intervalo de aproximadamente 17 minutos em que esteve sob a responsabilidade do profissional indiciado, enquanto era conduzida ao quarto no elevador. Nesse período, a paciente não teria recebido a atenção e as intervenções adequadas, o que contribuiu diretamente para o agravamento de seu quadro clínico.
Ao chegar ao quarto, outro profissional de saúde percebeu a situação e iniciou imediatamente os procedimentos de reanimação. Larissa recuperou a consciência, mas sofreu sequelas neurológicas graves atribuídas ao tempo prolongado da parada cardiorrespiratória.





