Edifício clube Juiz de Fora

O Edifício Clube Juiz de Fora, foi projetado por Francisco Bolonha, por volta do ano de 1958. É composto por 16 andares, sendo os 3 últimos pavimentos, destinados ao Clube.
Nas lojas ficam em destaque os pilares arredondados. Na fachada para a Av. Rio Branco encontra-se o painel “As quatro estações”, de Candido Portinari, tombado pelo decreto nº 5869 de 07 de março de 1997, anterior ao tombamento do próprio edifício. A inserção de tal obra de arte é também referência de um período onde arte, arquitetura e paisagismo buscavam uma síntese perfeita, muito trabalhada por Bolonha em seus projetos. Possui ainda, um jogo geométrico vertical marcado pelos quadros e a linha composta pelos painéis em pastilha com o desenho de cavalos, de Candido Portinari e Paulo Werneck, e pelas amplas esquadrias em guilhotina, marcam no sentido horizontal esta fachada, sendo rompido esta linearidade apenas nos 3 últimos pavimentos.

Durante muitos anos o clube no edifício teve seu funcionamento constante. Após a proibição do jogo, o estabelecimento sofreu um grande processo de declínio, ficando sem uso por um longo período.

O painel “As Quatro Estações”, do pintor brasileiro Cândido Portinari, está situado na avenida Rio Branco, no Edifício Clube Juiz de Fora, em frente ao Parque Halfeld.

Mede 4,48m de altura por 7,95m de largura e é datado de 1956, com execução pela Osiarte em azulejos azul e branco.

Tombado como patrimônio municipal pelo decreto nº 5869 de 07 de março de 1997, a inserção de tal obra de arte em via pública é referência arquitetônica da década de 1950, período onde arte, arquitetura e paisagismo buscavam uma síntese perfeita.

Em 2007 a obra foi restaurada e protegida por um vidro, para evitar pichações.